Alguns membros da família falam que a origem Biolchini é na Polônia. Ouviram relatos de que um antepassado chamado Felice Woloczynski, polonês, imigrou para a Itália e passou a usar o sobrenome Biolchini.
Woloczynski é um nome muito difícil de encontrar qualquer informação. Mesmo na Polônia, não consegui encontrar algum registro com este sobrenome. Pesquisei em listas telefônicas, bibliotecas polonesas, igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e enormes bancos de dados genealógicos com milhões de registros. Nenhum vestígio. Uma exceção é um dado muito limitado que encontrei no site genealógico judaico denominado Shtetlinks, que cita uma pessoa chamada "Woloczynski" como vítima de crimes de guerra alemães em Lida, na Bielorrússia. Neste caso, "Woloczynski" é um judeu russo. Acredito que um esforço mais exaustivo deve ser feito para confirmar uma relação entre Biolchini e Woloczynski.
Estive em Roma algumas vezes, a lazer e também para pesquisar. Dos poucos Biolchini que ainda vivem na cidade, todos descedentes de Luigi Biolchini e Augusta Traverso, fiz um breve contato com alguns. Ainda em Roma, procurei bibliotecas, universidades, registros da igreja, etc. As informações que colhi apenas complementaram, em alguns detalhes, o que eu já sabia sobre o ramo da família em Roma.
Entre suas obras, destaca-se "Acque Minerali di Viterbo", publicado em 1845 no "Giornale Arcadico", do qual Pietro foi secretário em Roma. Essa obra é essencialmente um estudo sobre como melhorar a qualidade da água do rio Viterbo. Parece que, naquela época, Pietro já estava ciente das consequências da poluição para o meio ambiente